Fonaper Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso 2024-09-27T13:03:05Z https://fonaper.com.br/feed/atom/ WordPress https://fonaper.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cropped-icon512-100x100.png Douglas Cabral Dantas <![CDATA[Corações inquietos & Educação transformadora (Douglas C. Dantas)]]> https://fonaper.com.br/?p=6647 2024-09-27T13:03:05Z 2024-09-27T13:03:03Z Em roda, abraçados pela cintura, acompanhamos o mantra que dizia: Seja bem-vindo, seja bem-vinda… a essa casa abençoada… a essa casa que é sagrada… A casa só lhe quer o bem, a casa não quer fazer mal a ninguém…

Engana-se quem considera esse “bem” genérico e politicamente analfabeto. O Bem, intencionado pelo coletivo de educadores que compõem o Núcleo de Educação Transformadora da Paraíba, tem um lugar de fala em oposição a pautas negacionistas e antidemocráticas. O NET-PB tem em sua gênese a vocação freiriana da educação cidadã e emancipatória; é um espaço de reflexão sobre novas alternativas em educação, fortalecimento da rede de educadores e troca de saberes e experiências. Abraça-se uma pessoa (uma criança, um aluno…) e sua história: Eu te vejo!

Reunidos em Bananeiras, PB, dia 07 de junho último, celebramos o 6o aniversário do NET que havia arrefecido durante a pandemia. Nossa cerimônia de congraçamento entre veteranos e novatos foi marcada por simbolismos: apresentações ancoradas na parentalidade; abraços sem pressa, com joelhos dobrados em reverência; estrela de papel que se abre em contato com a água e “revela” uma mensagem; pernas descruzadas e pés na terra (assentamento!); mãos hidratadas com floral de Saint Germain e respiração consciente (autoamor); mãos quentes pra gente se auto abraçar (acolhimento); corações de pai e mãe unidos ao do(a) filho(a) por um “fio invisível” (gênese e gratidão); o toque do tambor xamânico para favorecer a vibração do campo; a memória do Coletivo e o planejamento dos próximos passos; fitas coloridas que se prendem à “moldura” do que foi o nosso Encontro (como saímos daqui?). O parabéns pra você e o bolo de aniversário não poderiam faltar pro niver da criança.

O endereço escolhido para essa comemoração foi a Escola dos Sonhos, cujo ideário pedagógico tem inspiração na Escola Básica da Ponte, do Porto, Portugal. Ao chegarmos pela manhã para essa imersão fomos recebidos por jovens tutorandas que nos apresentaram a concepção e metodologia da Escola. Chamaram a nossa atenção para o ponto de partida do processo educativo: a curiosidade das crianças e jovens. A partir daí constroem-se projetos com objetivos e trilhas que fazem “a ponte” com os conteúdos curriculares e as habilidades, sob o olhar atento dos tutores. Em paralelo, oficinas de arte e cultura. Seu público-alvo são alunos(as) da zona rural. Um oásis de livre pensar em um deserto de educação bancária que é a educação tradicional. Trata-se da Pedagogia Cirandeira. Há que se desconstruir os modelos de educação pré-fabricados que desconhecem a individualidade e domesticam.

O lugar de aconchego do educador inquieto com sua prática. Esse é o nosso húmus. Nessa comunidade de aprendizagem reconhecemos, divulgamos e potencializamos práticas educativas – em espaços escolares ou não – que dão autonomia ao pensamento, e estão comprometidas – direta e indiretamente – com a educação pública de qualidade e a justiça social. O intercâmbio enriquece e fortalece a experiência de todos. Até a saída com atraso do ônibus da Universidade teve seu significado: todos são importantes e agregam, ninguém fica para trás.

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fonaper https://fonaper.com.br <![CDATA[Lançamento da Cartilha Implementação do Ensino Religioso nas Redes de Ensino]]> https://fonaper.com.br/?p=6638 2024-09-24T12:54:30Z 2024-09-24T12:54:29Z Dia 26/09 o FONAPER completará 29 anos desde a sua instalação. Participe do Ato comemorativo, no qual será lançado a Cartilha: Implementação do Ensino Religioso nas Redes de Ensino . Teremos, também, a participação especial de Associações de Professores de Ensino Religioso.

Não Percam! Acompanhe em: https://www.youtube.com/live/xLazQpMGybg

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fonaper https://fonaper.com.br <![CDATA[FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DO ENSINO RELIGIOSO – 2024Projeto de extensão DCR|PROEX|UERN]]> https://fonaper.com.br/?p=6601 2024-08-27T21:29:41Z 2024-08-26T13:18:16Z ENCONTRO 5

Tema: Letramento no Ensino Religioso: estratégias de ensino e experiências cotidianas

Professores convidados:
Araceli Sobreira(UERN) e Francisco Lopes (SME/Natal)

📌Data: 26 de agosto de 2024, 14h

📍 Link do evento

https://www.youtube.com/live/daAk_mt0N6U?si=on1Nd0M-vCsGAlUr

🎯 Objetivo do projeto de extensão
Realizar formação com professores de Ensino Religioso, discutindo a temática de materiais didáticos, metodologias e estratégias de ensino-aprendizagem contribuindo para o desenvolvimento de projetos de
pesquisa e ensino no ambiente escolar.

📝 Metodologia dos encontros
Lives mensais no Youtube, coordenadas pelas professoras Josilene Cruz e Irene van den Berg, com a participação de professoras e professores convidados para discutir as temáticas selecionadas para cada encontro.
A participação é livre para qualquer expectador.

Recomendamos a inscrição da pessoa participante no canal do Youtube e a ativação do sininho para receber as notificações.

A certificação será realizada mediante registro de frequência disponibilizado na aba de comentários durante a live.

⏳ Duração de cada encontro: 2h

👤Público: Livre

📧 Contato: formacaocontinuadaer@uern.br

▶ Realização: Projeto de Extensão Formação Continuada de Professores do Ensino Religioso| UERN (@uernoficial) | Pró-Reitoria de Extensão (@proexuern) | Campus de Natal (@uern.natal.oficial) | Departamento de Ciências da Religião (@religio.uern.natal)

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Douglas Cabral Dantas <![CDATA[Um conto para se trabalhar o diálogo-inter-religioso em sala de aula (Douglas C. Dantas)]]> https://fonaper.com.br/?p=6552 2024-08-13T16:30:35Z 2024-08-13T16:30:33Z Este é o propósito de um paradidático intitulado O encontro do menino Jesus com a tradição dos Orixás, de autoria do professor e pesquisador da UFOP Erisvaldo Pereira dos Santos, que é também babalorixá do terreiro Ilê Axé Ogunfunmilayo (Casa de Axé Ogum Traz Alegria), em Contagem, MG, e um grande mestre e amigo. Este conto foi concebido para ser trabalhado em sala de aula com estudantes do Ensino Fundamental da rede pública. Ele nasceu no município de Contagem, MG, mas estará disponível para ser trabalhado onde se fizer necessário. A publicação está “no forno” para ser lançada.

Ao compartilhar a gênese desse trabalho o autor se expressa assim: “No Natal de 2020, ainda no contexto da pandemia do Covid 19, resolvi aventurar-me em um texto ficcional – e nem por isso menos verdadeiro – que aproximasse Jesus de Nazaré da Tradição dos Orixás. Desejava exaltar a força de Exu, mas não conseguia tomar distância da minha experiência cristã. Isto exigia uma ressignificação de categorias teológicas. Como entendo que o diálogo é fundamental na luta contra a intolerância e o racismo religioso, esta publicação – tornada possível através de Edital da Secretaria de Cultura de Contagem, MG – cumpriu esse propósito.”

Na Apresentação da obra o professor Erisvaldo explicita ainda mais a inspiração do livro: “A narrativa construída não é uma mera ficção. Trata-se de uma construção baseada em fato real. A intenção aqui foi de transformar um fato social que produziu sofrimento em uma prática educativa em prol da mudança de atitude e comportamento… O meu desejo, como educador e babalorixá, é que este livro possa contribuir para atitudes pedagógicas de respeito e empatia diante das crenças e práticas religiosas de todas as pessoas. Sou defensor do Ensino Religioso Escolar, pois entendo que instrução pode promover a compreensão, a tolerância e a amizade entre nações e grupos raciais e religiosos em favor de uma cultura de paz e harmonia, conforme assevera o Artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A minha crença está fundamentada na esperança de que um dia o Sagrado de todos os povos e segmentos humanos não será mais utilizado como instrumento de violência, ódio e desarmonia social.”

Como pedagogo e pesquisador da área de Ciências da Religião tive o privilégio de fazer a revisão do seu trabalho, o que foi uma oportunidade para rica discussão teológica. Demo-nos conta, por exemplo, que há uma diferença substantiva entre grafar “menino Jesus” com “m” e Menino Jesus com “M”. A linguagem pode revelar e pode esconder. Neste segundo caso traduz um status, uma hierarquia, uma sacralidade atribuída a uma criança; já no primeiro, informa que o nome do menino é Jesus. Só isso. E é disto que precisamos para dar início a um diálogo inter-religioso de igual para igual, sem sobreposições. Este é o caso também de adotar a expressão “a família de Jesus” ou “os pais de Jesus” ao invés da expressão “sagrada família” da religiosidade popular.

Além do texto (conto) a obra inclui um glossário de termos e expressões elaborado também pelo autor; e três Roteiros de Estudo para aprofundamento em sala de aula elaborados por mim e pela professora Magda Antunes Martins. Reproduzo aqui o que escrevi para o Posfácio do livro:

“Esta obra nasceu da dor. Há dores que são causadas por agressores conhecidos, daí a discriminação, o bullying, a perseguição. Outras, fruto do silêncio e da indiferença. Nosso sistema de ensino está profundamente “contaminado” pela matriz judaico-cristã que dá valor e julga todas as realidades em nossa sociedade. Também ele foi concebido a partir dessa cosmovisão. A maioria de nós não se dá conta, por exemplo, da diferença de status que há entre as expressões “menino Jesus” e “Menino Jesus”. Por conta disso, é comum que os estudantes que tem uma vivência religiosa distinta da da maioria cristã ou que não tem qualquer filiação religiosa não se reconheçam nos temas propostos para discussão, trabalhos escolares e processos avaliativos. Para uns é motivo de sofrimento; para outros, de não reconhecimento da própria identidade.

Esta obra nasceu porque há dor. Apesar do princípio da laicidade do Estado, legislações e parâmetros curriculares disponíveis não são suficientes para garantir que a escola seja um espaço de legitimação da diversidade e de inclusão quando entramos no campo religioso, seja ele institucional ou não. Embora a grade curricular contemple uma disciplina que reflete sobre o fenômeno religioso e suas implicações no projeto de vida do estudante, como crenças essenciais, vocação e direitos humanos, a cultura escolar contem conteúdos, rotinas e modelos de gestão que por vezes contradizem esses princípios. O Ensino Religioso Escolar de caráter inter-religioso (quando adotado) e mesmo a transversalidade deste tema não são garantidores dessa almejada equidade na escola. Até a formação docente fala de um outro lugar, o da hegemonia do pensamento do homem branco cristão europeu.

Esta obra nasceu para minimizar a dor. Por um lado, dá visibilidade à mitologia Yorubá que tanta sabedoria tem a compartilhar; por outro, contribui em alguma medida para a “purificação” do Cristianismo porque o coloca em seu devido lugar, sem privilégios, de igual para igual com outras tradições religiosas, em particular as religiões de matrizes africanas que continuam sendo alvo de perseguição religiosa de grupos fundamentalistas.

Dito de outro modo, o Sagrado não cabe no conceito. Aprendi com Rubem Alves que “Teologia não é rede que se tece para apanhar Deus em suas malhas, porque Deus não é peixe, mas Vento que não se pode segurar… Teologia é rede que tecemos para nós mesmos, para nela deitar o nosso corpo. Ela não vale pela verdade que possa dizer sobre Deus (seria necessário que fôssemos deuses para verificar tal verdade); ela vale pelo bem que faz à nossa carne.”

Oxalá, educadores e gestores, criemos um ambiente convidativo para os estudantes “entrarem na cena” e, de modo contemplativo, deixarem se afetar pelo encontro do menino Jesus com Exu. Pode ser até que o grupo dos “amiguinhos de Jesus” aumente e o encontro com Exu ganhe mais expectadores. De todo modo, o mais importante é que tenhamos favorecido a abertura de espaços de diálogo e colaboração para “além-fronteiras” e a noção de que devemos sempre desconfiar de nossas certezas.” E assim seguimos nesta parceria que já dura quase 40 anos. Cada um em sua trincheira em prol de uma educação cada vez mais cidadã, e de uma sociedade mais justa e solidária.

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fonaper https://fonaper.com.br <![CDATA[UOL noticia sobre Intolerância Religiosa no Brasil]]> https://fonaper.com.br/?p=6494 2024-07-17T17:42:34Z 2024-07-17T17:42:32Z Foi publicada hoje, 17 de julho de 2024 no site da UOL em São Paulo, uma matéria sobre a Intolerância Religiosa no país, o autor da notícia, Pedro Vilas Boas chama a atenção “As religiões afro-brasileiras são o principal alvo dessas violações”.

Confira o texto na íntegra em:

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/07/17/dados-violacoes-religiao-mdh.htm

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Douglas Cabral Dantas <![CDATA[Uma reza a Santo Antônio onde cabem todas as crenças (Douglas C. Dantas)]]> https://fonaper.com.br/?p=6456 2024-07-01T12:13:45Z 2024-07-01T11:34:13Z Dedico essa reza aos meus ancestrais, pois a minha avó materna era muito devota de Santo Antônio e na Bahia e para ela, mulher preta e poderosa, Santo Antônio era o orixá Ogum, aquele que abre os caminhos, e tinha nas suas festas as cores azul e branca, as cores desse orixá. Salve a minha tia que até hoje reza em sua casa e a minha mãe sábia rezadora que tem a fé maior do mundo. Aqui sigo rezando todo ano, sentindo essa luz familiar e compartilhando a alegria da festa com aqueles que se ‘ajuntam’ de perto e de longe. As músicas rezadas carregam uma herança católica, com letras antigas e palavras ou melodias que vão se modificando por conta das gerações. Que Santo Antônio (Ogum) nos abra os caminhos e nos dê muita energia para seguir. Amém! Axé!

Foi mais ou menos assim que teve início “a reza a Santo Antônio” na casa de nossa amiga, em torno do dia 13 de junho. Para um leitor desavisado essa introdução poderia sugerir que se trata de uma mulher devota, engajada em um movimento religioso assim constituído, mas não é o caso. O texto fornece algumas pistas: uma reza dedicada aos ancestrais e que segue uma tradição familiar, compartilhada com ajuntados “de perto e de longe”. Na edição do ano anterior, quando também compareci, familiares e amigos acompanhavam remotamente.

Pois a Líria Morais é assim: baiana com raízes plantadas na Paraíba, é educadora e profissional da área da Dança, e também distribui o pão de Santo Antônio com moradores de rua. De quebra, é pé de valsa no forró! Não é preciso ser uma beata de igreja para se viver intensamente a sua crença e contagiar quem a rodeia.

O roteiro da reza com 11 páginas contem ainda cantos, orações, jaculatórias, responsos, ladainha em latim, indicação do momento em que se acende o incenso, oferecimento, bendito, bênção, hino e a seguinte despedida: Viva a Santo Antônio! Santo Antônio nos dê luz! Segue a festa junina com alegria, comes e bebes e cantorias dançadas. A cerimônia acontece diante do altar montado em honra ao Santo com sua imagem, flores e velas. Crianças são bem vindas. A animadora é a dona da casa. Concluída a reza, seguem-se o banquete de iguarias típicas do mês, música e dança, e o reencontro dos amigos e seus agregados.

Antes do início da “reza”, como genericamente se chama esse evento, cada participante escreve num pedaço de papel seus rogos e agradecimentos, dobra e deposita em uma bandeja. Mesmo quem não é devoto do santo confia que essa casa e a comunidade que ali se reúne abençoam essas intenções e lhes dão um bom destino. Abençoar é uma forma de conexão com o Sagrado, e uma forma de expressar gratidão e reconhecimento pela presença de pessoas especiais em nossas vidas. É também uma forma de enviar boas intenções e desejos positivos para o Universo, acreditando que essas energias retornarão de forma multiplicada. Para os crentes em Deus esse Universo tem Nome. Durante a cerimônia essas intenções são apresentadas ao Digníssimo. No dia seguinte, os papéis são depositados no mar para que o Universo providencie o que for melhor para cada um.

Curioso e sensível a manifestações religiosas não institucionais – por força da minha formação em Ciências da Religião e pelo cultivo pessoal de uma fé dialogal – participei pela segunda vez desse evento. Na ocasião, o compromisso entre mim e minha namorada (hoje, esposa) foi lembrado como atendimento do Santo às nossas preces de um ano antes, quando participamos pela primeira vez. E é disto que se trata: cada qual com sua religiosidade num encontro de congraçamento e renovação dos melhores propósitos.

A tradição familiar é compartilhada! Fé que se espraia! Vida que se renova!

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fonaper https://fonaper.com.br <![CDATA[FONAPER participa do Fórum Inter-religioso do G20]]> https://fonaper.com.br/?p=6438 2024-06-20T18:19:35Z 2024-06-19T12:18:08Z O Fórum Inter-religioso do G20, com o apoio e colaboração de diferentes instituições, organizará um Ciclo de Reuniões sobre o tema “Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Engajamento Religioso: Contribuições para o G20” entre os dias 17 a 21 de junho de 2024, em Manaus-AM. Maiores informações e formulário de inscrições encontram-se disponíveis em:

https://www.direitoereligiao.org/if20/if20-manaus

Inscreva-se já. Evento gratuito. Vagas limitadas!

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fonaper https://fonaper.com.br <![CDATA[ANAIS – SEFOPER 2023]]> https://fonaper.com.br/?p=6433 2024-07-04T14:01:29Z 2024-06-19T12:03:42Z O Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso – FONAPER, considerando o seu objetivo de acompanhar, organizar e subsidiar professores, associações e pesquisadores na implementação e consolidação do Ensino Religioso na Educação Básica, promove, historicamente, em anos alternados, Seminários Nacionais de Formação de Professores em Ensino Religioso e Congressos Nacionais de Ensino Religioso, em parceria com instituições de ensino superior, sistemas de ensino e outros interessados.

Em 2023, o FONAPER promoveu conjuntamente com a Universidade Católica de Brasília – UCB e o Conselho do Ensino Religioso do Distrito Federal – CONER, o XVII Seminário Nacional de Formação de Professores para o Ensino Religioso – SEFOPER, com o tema Direitos Humanos, da Terra e Laicidade: perspectivas à Formação Docente. O evento ocorreu de forma presencial entre os dias 19 e 21 de outubro de 2023, com transmissão das palestras no youtube e comunicações de trabalhos e oficinas pedagógicas em formato híbrido.

O SEFOPER contribuiu com a ampliação do conhecimento da área de forma articulada aos grandes temas educacionais atuais, tornando-se uma oportunidade ímpar de formação continuada dos professores que atuam nas redes públicas e privadas de ensino. Ademais, tratou-se também de um momento privilegiado de pesquisadores e professores socializarem suas pesquisas e práticas pedagógicas em um dos Grupos de Trabalho (GTs) oferecidos.

O FONAPER agradece à Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES e às demais instituições copromotoras e apoiadoras do evento, os membros da Comissão Organizadora e da Comissão Científica, acadêmicos, pesquisadores e docentes de Educação Básica que gentilmente submeteram seus trabalhos, bem como a todos os participantes, os quais, em conjunto, contribuíram para a realização de mais um evento científico em prol da consolidação do Ensino Religioso não confessional na Educação Básica.

Acesse o Documento em:

https://doity.com.br/xvii-sefoper/blog/anais-do-evento

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fonaper https://fonaper.com.br <![CDATA[FONAPER ESTARÁ REPRESENTADO NA 54ª ASSEMBLEIA GERAL DA OEA]]> https://fonaper.com.br/?p=6378 2024-06-06T13:54:54Z 2024-06-06T13:49:45Z A Organização dos Estados Americanos (OEA) realiza, nos dias 26 a 28 de junho, a 54ª Assembleia Geral, que ocorrerá em Assunção, no Paraguai. O tema central da Assembleia de 2024 será “Integração e Segurança para o Desenvolvimento Sustentável da região”. Dentre inúmeras outras atividades, a principal que envolve a sociedade civil e outros atores sociais, é o diálogo dos Chefes de Delegação, do Secretário Geral, do Secretário Geral Adjunto e dos Representantes das Organizações da Sociedade Civil, dos trabalhadores, dos setores privados e demais atores sociais.

O FONAPER, integrante da Coalizão “Religiões, crenças e espiritualidades em Diálogo com a Sociedade Civil” e apoiado por OtrosCruzes: Experiências, Espiritualidades, Saberes, será representado pelo associado Elcio Cecchetti, e contribuiu com a elaboração do documento a ser apresentado por representante da Coalizão.

No documento, será ressaltado que para uma maior integração, segurança em vista do desenvolvimento sustentável entre os estados americanos, há que se dar atenção a insegurança e violência também vividas por grupos religiosos através da instrumentalização do discurso religioso por diferentes atores e setores. Esse fenômeno tem aumentado e possibilitado a disseminação do discurso de ódio que legitima a discriminação e a violência contra grupos em condições vulneráveis ​​e a perseguição de minorias religiosas, tais como os grupos indígenas e afrodescendentes.Diante dessa problemática, se recomendará que sejam desenvolvidos espaços para a visibilidade de boas práticas que mostrem como as religiões e espiritualidades podem ser agentes promotores da paz, da inclusão e da justiça, diálogo social e aberto para o respeito dos direitos, em contraste com as vozes que, a partir dos seus privilégios, procuram impor a exclusão e discriminação em nome da liberdade de crença, num ambiente altamente polarizado e violento.

A Assembleia da OEA é de suma importância para a sociedade civil participar ativamente, pois é um espaço plural para tornar visíveis as exigências e necessidades que os Estados-Membros precisam se ocupar para pensar políticas públicas; possibilita o diálogo e o desenvolvimento de relações estratégicas acerca de temas de interesse entre os atores da sociedade civil e; por meio de ações conjuntas, contribui com a geração de consciência social sobre questões de interesse coletivo.

Para maiores informações relacionadas a 54ª Assembleia, pode-se acessar o site da OEA: https://www.oas.org/pt/sobre/assembleia_geral.asp

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fonaper https://fonaper.com.br <![CDATA[XVII SEFOPER – 2023]]> https://fonaper.com.br/?p=6369 2024-06-06T14:01:14Z 2024-06-05T13:29:03Z O Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso – FONAPER, considerando o seu objetivo de acompanhar, organizar e subsidiar professores, associações e pesquisadores na implementação e consolidação do Ensino Religioso na Educação Básica, promove, historicamente, em anos alternados, Seminários Nacionais de Formação de Professores em Ensino Religioso e Congressos Nacionais de Ensino Religioso, em parceria com instituições de ensino superior, sistemas de ensino e outros interessados. Em 2023, o FONAPER promove conjuntamente com a Universidade Católica de Brasília – UCB, o XVII Seminário Nacional de Formação de Professores para o Ensino Religioso – SEFOPER, com o tema Direitos Humanos, da Terra e Laicidade: perspectivas à Formação Docente. O evento ocorreu de forma presencial entre os dias 19 e 21 de outubro de 2023, com possibilidade de transmissão de palestras no youtube e comunicações de trabalhos em formato híbrido. O SEFOPER vem contribuir com a ampliação do conhecimento da área de forma articulada aos grandes temas educacionais atuais, tornando-se uma oportunidade ímpar de formação continuada dos professores que atuam nas redes públicas e privadas de ensino. Ademais, trata-se também de um momento privilegiado de pesquisadores e professores socializarem suas pesquisas e práticas pedagógicas em um dos Grupos de Trabalho (GTs) que estão sendo oferecidos.

Segue o Link para acesso:

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