Vamos repassar um convite especial vindo dos discentes do Programa de Pós graduação da Universidade Federal de Juiz de Fora. Esse ano eles realizarão a V edição do Conacir – Congresso Nacional de Ciência da Religião da UFJF . Um congresso que reuni pesquisadores e pesquisadoras de todo país para pensar a temática dos estudos de Religião. Esse ano vieram com a temática de Religião e Subalternidade.

As inscrições pra o congresso e submissões de trabalhos vão até dia 23/03/2021 e podem ser feitas através do site: www.conacir.com.br

Fiquem atentos e atentas que terá Grupo de Trabalho de Religião e Educação e as inscrições para professores de educação básica serão gratuitas!

O CONACIR é um congresso de estudos sobre a religião, de caráter científico, acadêmico e laico, que as alunas e alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião (PPCIR) da Universidade Federal de Juiz de Fora (PPCIR / UFJF) organizam sob a supervisão e ajuda do docentes e da coordenação do PPCIR e do Departamento de Ciência da Religião. Nosso objetivo é reunir pesquisadores nacionais e internacionais para estimular reflexões sobre o tema da religião, promovendo e divulgando pesquisas nessa área. Esse ano de 2021, por conta de todo o processo pandêmico que estamos vivendo, decimos por fazer o V CONACIR na modalidade online, dando oportunidade a todas e todos participarem da onde estiverem da forma mais segura possível. O tema escolhido para esse ano foi: Religião e Subalternidade

Subalternidade é uma condição determinada pelo colonialismo, na qual quem é subalternizado/a está nas fronteiras invisíveis dos impérios colonizadores – seja na esfera política, social ou religiosa. Os debates decoloniais, que dão visibilidade aos embates contra colonialidade, dentro da Ciência da Religião buscam ora ressignificar ora romper com essa posição de dependência, criada na invenção de um discurso dominante, logocentrado e excludente. Nesse sentido, a proposta do congresso é colocar em discussão os limites e possibilidades para pensar, desconstruir e reconstruir modelos de pensamento para além da dualidade centro-margem. Espera-se instigar perspectivas que reflitam a partir das experiências vivenciadas nos corpos que foram historicamente deixados de lado na construção de pensamentos hegemônicos. Assim, acredita-se ser possível caminhar no sentido da valorização da diversidade de crenças no seu entrecruzamento com questões de classe, gênero, etnias e raças. Diversidade essa que é constitutiva de nosso campo religioso e social no Brasil.

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